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Corretor de antigamente X Corretor da atualidade

Atualizado: Mar 24


Você já deve estar cansado de ouvir sobre os avanços da tecnologia, globalização e como tudo isso impacta o mercado de modo geral. Todos os dias ocorrem transformações ao redor do mundo que acarretam mudanças na vida de qualquer profissional. Com o corretor de imóveis não é diferente. 


Você lembra quando a profissão começou a surgir? Já parou para fazer um comparativo do corretor de antigamente com o corretor da atualidade? Você está preso no século passado ou é um corretor moderno?


Nós separamos algumas mudanças desde o surgimento da profissão do corretor de imóveis e queremos compartilhar com você nosso ponto de vista. 

E se você tiver mais contribuições, serão super bem vindas 🙂


Como surgiu a profissão do corretor de imóveis?


Com a imigração italiana e expansão das colônias brasileiras nas primeiras décadas do século XX, houve um grande movimento de famílias a procura por casas nas cidades que, consequentemente, impulsionou o desenvolvimento da urbanização e desenvolvimento das cidades do Brasil. Com isso, muitos empregos foram surgindo, até mesmo os que chamavam de “intermediadores de negócios” que colocavam cartazes anunciando bens a venda, como imóveis.

A colonização foi aumentando, fábricas foram sendo construídas, trazendo cada vez mais pessoas para perto e fazendo com que os “intermediadores” se informassem melhor sobre a região e as possíveis moradias disponíveis para negócio.


Cada vez mais foram surgindo os “agentes imobiliários” que buscavam informação e capacitação para vender mais propriedades, até que surgiu o primeiro Sindicato dos Corretores de Imóveis no Rio de Janeiro em 1937. Posteriormente, em 1950, com a pressão pela regulamentação da profissão, começaram a surgir as imobiliárias e somente em 1962 surgiram o sistema COFECI (Conselho Federal dos Corretores de Imóveis) e CRECI (Conselho Regional de Corretores de Imóveis), que aprovaram junto ao Congresso Nacional o decreto regulamentador nº 81.871/78 de 29 de Junho de 1978, criando o Curso Técnico em Transações Imobiliárias (T.T.I.) e a elaboração do Código de Ética do Corretor de Imóveis.


A partir de então, foram criadas as escolas de graduação para formação desses profissionais, com modalidades presenciais e à distância para os interessados a exercer tal profissão que está diretamente ligada ao desenvolvimento de cidades. ♥


MERCADO IMOBILIÁRIO: INSIGHTS PARA VOCÊ PENSAR SEU FUTURO


O que foi mudando de lá para cá?

Ufa, são tantas coisas…Vamos lá!

A tecnologia talvez seja uma das principais mudanças desde a época de surgimento da profissão do corretor de imóveis até hoje. O advento da Internet trouxe inúmeras possibilidades para os criativos e cientistas da computação. Máquinas e softwares surgiram para transformar as formas de trabalho de maneira geral. Antes o corretor colava cartazes, buscava e anunciava imóveis em listas, mas agora conta com sites, portais e aplicativos que conectam de forma automática, corretores à clientes interessados e vice versa.


Conheça a Beemob e conecte-se com corretores do Brasil inteiro que tem clientes para seus imóveis ou imóveis para seus clientes. 


Ainda assim, a tecnologia pode automatizar e facilitar o processo de compra e venda, mas no final das contas, o corretor é quem deve assumir o papel de consultor ao identificar a real necessidade do cliente. E esse ponto nos faz entrar no próximo tópico.

Quem antes era considerado apenas como intermediador na compra e vendas de imóveis, hoje deve exercer o papel de consultor e assessor desse processo. Um corretor de imóveis, não vende apenas uma casa ou apartamento, mas muito mais do que isso, ele vende reconhecimento e segurança em forma de um bem de alto valor e, por muitas vezes, o sonho da vida do cliente. Entender exatamente as características e o perfil de interesse do cliente, é fundamental para entregar um resultado altamente satisfatório. 


Além disso, ser especialista em determinadas regiões, entender da parte legal do processo e ter uma grande rede de networking, facilitam para que a entrega seja ainda mais encantadora.


CORRETOR IMOBILIÁRIO E O FUTURO: A TECNOLOGIA NÃO É SUA CONCORRENTE

O marketing cada vez mais tem ganhado força no mercado imobiliário. Promover imóveis e sua marca pessoal na internet são tão importantes quanto buscar qualificação. O corretor de imóveis deve fazer seu marketing pessoal e profissional nas redes sociais, buscando se conectar com seu público. Investir em cursos, usar todos os recursos possíveis e estar presente em mais de um canal (Instagram, Facebook, Linkedin, etc), ajuda a fechar mais negócios. Até mesmo ter o seu perfil completo na Beemob pode te ajudar a ter mais visibilidade.

Outro fator que mudou muito, foi o relacionamento entre clientes e corretores. Segundo pesquisa, hoje em dia 90% dos clientes iniciam a busca pelo imóvel de forma online, ou seja, aquele plantão de vendas ficou em 2º plano. Não estamos dizendo que estar disponível em plantão não funcione, mas pense bem, seu cliente tem todas as informações ao seu dispor na internet.


Tem o lado da relação corretor + corretor. Já passou da hora de deixar de ver o colega como um concorrente, mas começar a tratá-lo como um aliado e parceiro. Sua rede de relacionamento com outros colegas deve ser a maior possível. Já imaginou que aquele teu colega, corretor da outra imobiliária, pode ter o imóvel que você está há tanto tempo procurando para seu cliente?


COMO SE CONECTAR EMOCIONALMENTE COM SEUS CLIENTES E GERAR MAIS RESULTADOS


Como você viu, com o tempo a profissão de Corretor de imóveis foi se consolidando. E hoje, ainda que existam tecnologias para excluir o corretor da negociação imobiliária, também existem plataformas como a Beemob, que surgiram para tornar o corretor uma autoridade perante o cliente e renovar essa profissão tão antiga para que ela não se torne obsoleta.

Ainda não tem cadastro na plataforma?


Até o próximo artigo.

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