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Mercado Imobiliário: Insights para pensar seu futuro – Parte 2

Atualizado: Mar 24


Nosso CEO, Vitor Capun, fez um bate-papo ao vivo com os seguidores do Beemob para o #13 Webinar: Insights para pensar no futuro do mercado imobiliário. Você pode conferir a primeira parte desse conteúdo aqui e continuar se atualizando no texto abaixo, para ter acesso às últimas tendências do mercado imobiliário. 


Nos próximos 10 anos cada corretor ativo no Brasil terá 1 cliente por mês


Vitor traz o dado de que,  hoje no Brasil, há 200 milhões de habitantes e 400 mil corretores de imóveis com CRECI ativo. Dividindo o número de habitantes pelo total de corretores chega-se ao dado de 500 possíveis clientes por corretor. Destes 500 clientes, apenas 250 estão na faixa etária entre 25 e 65 anos. E somente a metade deles tem potencial aquisitivo para adquirir um imóvel. Ainda assim, nos próximos 10 anos cada corretor tem 1 cliente por mês espalhado pelo Brasil. Então, por que não fechamos estas vendas?


Bom, um dos maiores problemas do mercado imobiliário atual é a captação de leads, que tem um custo muito alto. Isto, aliado ao fato de que o tempo médio do fechamento da venda de um imóvel está em 15 meses. No auge do mercado, o tempo médio dessa negociação era de 3 meses. Entendendo as dificuldades do mercado, surgiram empresas para transformar este cenário.


Novos configurações do Mercado Imobiliário


A exemplo das novas configurações do mercado imobiliário, podemos citar, a Casa Mineira em Belo Horizonte que trabalha para qualificar o lead, criando parcerias com outras imobiliárias e fornecendo o lead para imobiliárias com imóveis compatíveis com o perfil do cliente, assim a Casa Mineira recebe um percentual sobre a venda que ela ajudou a realizar.


É uma imobiliária se reinventando. Vitor, conclui: Quando que a gente ia pensar nisso há 10 ou 20 anos atrás? Uma imobiliária entregando o cliente para outra e dizendo: vende pra ela e me dá uma parte da comissão.

Ainda falando de imobiliária recriando seus meios de atuação. Em São Paulo, existem imobiliárias virtuais nas quais o corretor não precisa se deslocar até a unidade da Imobiliária e recebe uma comissão maior por ser um profissional capacitado e apto a trabalhar sozinho.

Também existe a plataforma Beemob, que se apresenta ao mercado não apenas como uma solução aos empecilhos enfrentados pelos corretores, mas também como uma marca comprometida em valorizar a profissão do corretor de imóveis e propagar a cultura de parcerias imobiliárias.


Novos modelos do setor imobiliário


Mas não é só isso, entre essas novas formas de viver o CEO destaca as tendências da construção. Nas quais as pessoas tem optado por moradias menores em pontos bem localizados da cidade. Um case de sucesso em São Paulo, é o lançamento da Vitacon, que projetou uma planta com a área total de 150m², onde 120m² compõem o apartamento completo e nos 30m² restantes fica um anexo, que pode ser alugado via Airbnb, gerando uma renda extra para a casa, ou seja, é um imóvel autossustentável.


Ameaças à profissão de corretor de imóveis


Outro exemplo atual, mas dessa vez perigoso, são as empresas para excluir o papel da imobiliária e do corretor no mercado de vendas de imóveis. Vitor aponta que pela sua experiência essas novas configurações não vão acabar com a profissão, mas se algumas tecnologias dessas começarem a dar certo, elas vão roubar fatias do mercado.


Nessa nova lógica de mercado, Vitor cita uma fala de Clóvis Lumertz: O dinheiro é a parte burra do negócio. Isto porque mais importante que o dinheiro gerado pela empresa são as conexões que ela consegue criar para possíveis parceiros de negócios. Segundo ele, muitas vezes a gente acha que uma outra empresa é concorrente e ela pode ser uma boa parceira para o seu negócio e vice-e-versa.

No partners no business


Vitor compartilhou uma reflexão construída após almoçar em um restaurante, ele notou que embora o restaurante estivesse lotado o estacionamento estava vazio. O que o fez lembrar do ditado inglês: no parking no business. Essa experiência levou Vitor a elaborar um novo ditado: no partners no business!


Então, sem parceiros, não há negócios. Seja no ramo que for, quanto mais parcerias, quanto mais conexões, melhor! Estamos observando players se tornando marketing place, se tornando ferramentas que envolvem outros negócios, que envolvem outras empresas, disponibilizadas através de uma ferramenta.


Além disso, quem vem caminhando nessa direção são os chineses que visam criar um WhatsApp que faz tudo. Desde transferir dinheiro da sua conta até pedir comida ou chamar um motorista de aplicativo. Este sistema se chama White Label, onde você tem uma ferramenta vinculada a outra plataforma, esta ferramenta não aparece diretamente.


Como é o caso do Banco Itaú financiando imóveis dentro de uma plataforma imobiliária. O Itaú não aparece, mas fica em evidência o financiamento através da plataforma acessada.  Essa é uma tendência muito forte das empresas se unirem para criarem relacionamento, para criarem conexões e pra dar uma experiência melhor pro seu usuário.


Agora que você chegou até aqui conta pra gente se esse conteúdo foi útil aqui nos comentários. Você ainda pode assistir na íntegra ao Webinar em que o Vitor explica tudo sobre esse assunto, clicando aqui http://bit.ly/13WebinarAoVivo


Até a próxima,

Vitor Capun e Equipe Beemob


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