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O impacto da LGPD no mercado imobiliário



O quanto você entende sobre o rastro digital que você deixa cada vez que acessa à internet? Você sabia que apenas ao procurar um videoclipe do seu artista preferido para animar o churrasco de domingo você está oferecendo informações importantes e confidenciais sobre quem você é, do que você gosta, que tipo de conteúdo você consome?


Esta é a ideia por trás da indústria do Marketing Digital - quando a empresa veicula determinados anúncios e oferece certos produtos para um cliente que demonstrou interesse no produto ou serviço oferecido. Este interesse aparece através do seu comportamento online, como buscas anteriores, links clicados, notícias lidas, entre outros conteúdos.


Escândalos decisivos


Contudo, brechas de segurança preocupam especialistas e autoridades. Uma das mais famosas foi a do Facebook, que levou Mark Zuckerberg, criador e CEO da rede social, ao senado Americano para dar explicações sobre um vazamento de dados de mais de 87 milhões de pessoas. A beneficiada foi a Cambridge Analytica, uma consultoria política, que utiliza os dados para veicular determinados conteúdos relacionados a política ao público conforme sua atividade no Facebook.


Este tipo de escândalo - e a indústria do Marketing Digital como um todo - levantou preocupações a respeito da privacidade e dos direitos dos usuários de internet e redes sociais, o que inspirou novas legislações em todo o mundo. Uma das referências globais é o Data Protection Act, formulado no Reino Unido, que atualiza as leis do Regulamento de Proteção de Dados da União Europeia.


Nova legislação para proteção do usuário


Indo ao encontro da tendência mundial, o Brasil está em processo de formulação, desde 2018, da Lei de Proteção de Dados, a LGPD. A nova legislação modifica alguns artigos do Marco Civil da Internet, e busca preservar e proteger os dados dos brasileiros, mudando a maneira como as empresas lidam com a segurança de informações dos seus clientes.


Na nossa live semanal, o CEO da Beemob, Vitor Capun, recebeu recentemente a advogada Sharleine Teixeira, especialista em Direito Imobiliário, para esclarecer as principais mudanças que o setor imobiliário deve realizar para se adequar às novas regras.


A nova lei teve vigência adiada, e deve entrar em vigor até agosto de 2021. Ainda que a lei tenha sido adiada, Sharleine explica que não tem porque postergar mais ainda práticas que respeitam a privacidade de clientes. “O futuro é agora - temos que revisar nossas metodologias de buscar leads”, comentou a advogada.


Como adaptar a sua imobiliária?


Você já ouviu falar no Data Protection Officer, o DPO? De acordo com Sharleine, um profissional que entenda a legislação - podendo ser inclusive um advogado - deve ser consultado durante a reestruturação da sua empresa quando ela buscar novas soluções em termos de geração de Leads. Este profissional será o responsável por analisar o caso da empresa e se responsabilizar pelo cumprimento do que for proposto pela legislação que entra em vigência a partir do ano que vem.


Além disso, ela recomenda inserir o DPO em um “tripé” da proteção de dados. Outra importante parte fica a cargo de um especialista em Tecnologia da Informação, que deve desenvolver novas ferramentas de geração de dados, protegendo principalmente informações de quem já é seu cliente. A outra parte fica a cargo do CEO da empresa, que, por conhecer o perfil da imobiliária ou incorporadora, poderá deixar os outros “pés” mais seguros na reestruturação de informações.


Adequação e respeito não são diferenciais


Vale lembrar, conforme levantado no início do texto, que toda esta nova legislação surgiu em um contexto de vazamento de dados e violação de informações pessoais de milhões de pessoas que usam diariamente redes sociais e aplicativos na internet. Então, comentou Sharleine, estar adequado à LGPD antes mesmo dela ter rigor de lei não é mais do que a obrigação de cada empresa.


Este tipo de medida segue uma tendência global de tecnologia, então significa que segui-la, além de ser a sua obrigação enquanto empreendedor, também se torna uma razão para possíveis clientes confiarem em você e abrirem espaço voluntariamente em seus navegadores.


A Beemob, por ter em sua concepção uma proposta de estabelecer parcerias por um aplicativo de celular, sempre fez questão de respeitar a privacidade e os dados de cada um que se inscreve na plataforma. Quando da inscrição, o usuário encontra termos de uso claros e simples, bem como cláusulas que não permitem que a empresa use os dados de maneira danosa.


Inscreva-se no nosso canal do YOUTUBE e confira na íntegra a live que rolou com a Sharleine:



Ainda não tem cadastro na Beemob? Corretor, Imobiliária e Incorporadora, essa plataforma vai te ajudar a fazer muitas parcerias.


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